O CONTROLE UNIVERSAL

O encanto do futebol esta em saber que nunca se sabe quem será o ganhador! As coisas podem fugir do controle, e o time que estiver perdendo reverter o placar nos “45 minutos do 2º tempo”.

DEFICIÊNCIAS - Mário Quintana

"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.

NINGUÉM É PERFEITO

Luto para lidar com minhas inadequações. Canso de tanto correr em busca da perfeição. Parece que algo dentro mim diz que tenho que ser perfeito o tempo todo e a todo tempo. Deve ser porque...

TEMPO QUE FOGE

Estou lendo o livro "Eu creio, mas tenho dúvidas" do pastor Ricardo gondim, confesso, tem me edificado muito. O nome do livro é intrigante e desafiador. Contudo, me surpreende o fato de que apesar dele ter inúmeras dúvidas...

DEUS NÃO EXISTE- O QUE A GENTE VEIO FAZER AQUI?

Lendo uma entrevista com Woody Allen, o cineasta neurótico por auto-definição, deparei-me com esta afirmação: "Deus não existe. O mundo é cruel e insólito. O que a gente veio fazer aqui?" Fiquei dois dias pensando sobre isto. Não sobre a existência de Deus ou não.

31 de julho de 2011

EU SEI, MAS NÃO DEVIA


Acordei e percebi que esta manhã não foi diferente das outras. Sinto que não damos tanto valor para coisas rotineiras. Em meio a esta reflexão, me lembrei do texto da escritora  Marina Colasanti, que outrora muito me inquietava - pois sempre procurei viver em novidade de vida - mas percebo não ter muito significado hoje, embora seja verdade. 

Sei que me acostumei com o "Status quo, mas não devia." Lutarei - pois não sou dos que jogam a toalha - para que estas verdades sejam realidade novamente. Enquanto isso, partilho com outros, assim como partilharam comigo e espero que os resultados desse partilhamento sejam nobres e encorajadores.

Segue o texto acima citado:

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.

A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.

(1972)

Marina Colasanti
 nasceu em Asmara, Etiópia, morou 11 anos na Itália e desde então vive no Brasil. Publicou vários livros de contos, crônicas, poemas e histórias infantis. Recebeu o Prêmio Jabuti com Eu sei mas não devia e também por Rota de Colisão. Dentre outros escreveu E por falar em Amor; Contos de Amor Rasgados; Aqui entre nós, Intimidade Pública, Eu Sozinha, Zooilógico, A Morada do Ser, A nova Mulher, Mulher daqui pra Frente e O leopardo é um animal delicado. Escreve, também, para revistas femininas e constantemente é convidada para cursos e palestras em todo o Brasil. É casada com o escritor e poeta Affonso Romano de Sant'Anna.

O texto acima foi extraído do livro "Eu sei, mas não devia", Editora Rocco - Rio de Janeiro, 1996, pág. 09.

Fabio Cabrera
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Fabio Cabrera é blogueiro a mais 3 anos. Formado em Gestão de Recursos Humanos pela Faculdade Drummond – SP utiliza o blog como forma de expressar suas opiniões e inquietações do dia-a-dia. Tem se destacado como consultor trabalhista.

29 de julho de 2011

QUEM SOU EU? - pt 02

Fabio Cabrera
Neste você pode confiar!
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Muito prazer. 


Preciso notificá-la de algo:!

Imagino que já tenha ouvido diversas vezes frases como esta, mas garanto que desta vez é diferente.

Eu sou a pessoa ideal!” 

Diferente do demais, valorizo as pessoas pelo que elas são e não pelo que tem. Priorizo momentos como sentar ao redor de uma mesa e desfrutar de uma boa refeição ao lado de pessoas queridas.
Gosto de eternizar momentos. Sou um grande amante de biografias e apaixonado por chocolate "Milka". 
Deixe-me apresentar minhas habilidades e competências e irá se encantar.
Chamo-me Fabio. Tenho 27 anos, sou casado e muito feliz .
Me formei recentemente em Gestão de Recursos Humanos e como plano de carreira, pretendo me especializar em Direito do trabalho.
Gosto muito de s e acredito que meu potencial e experiência focada em resultados e sempre na melhoria, são os diferenciais que me tornam singular.

Entre minhas qualificações e competências encontram-se: organização, adaptabilidade, bom humor, dinamismo, responsabilidade, perfeccionismo, auto-exigência, dedicação e bom relacionamento interpessoal e intrapessoal. 
Ressalto também como uma habilidade que possuo e entendo me fazer diferente do demais: "Curiosidade".  
Atribuo grande parte do que conheço e sou, a esta simples palavra, que para alguns pode ser banal, mas para mim é um diferencial.
Desde já, agradeço a atenção de todos que tiveram o apreço de me conhecer melhor ao lerem esta pequena, mas significante apresentação, e caso houver interesse de  um contato mais  pessoal   , faça parte deste blog me adicione em sua rede de relacionamento social. 

Atenciosamente.

Fabio Henrique Cabrera
fabio_cabrera@ig.com.br
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Caso você já me conheça, deixe seu comentário como fez Jefferson Biagini no site do Catho abaixo:

Comentários em “Catho Consultoria de RH sobre perfil de Fabio Cabrera”


Jefferson Biagini
setembro 1st, 2010 at 14:23
"Profissional dedicado e responsável, comprometido com os objetivos da empresa, que obteve pela sua boa performance, uma ascensão no período em que trabalhou na empresa."



Sócio - Diretor - J. Biagini Construções e Empreendimentos Ltda.

Fabio Cabrera
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10 de julho de 2011

MOMENTOS QUE PERDURAM PARA SEMPRE...

As vezes penso no que pode trazer alegria ao coração de uma pessoa e me lembro: "São os momentos que dão significado a nossa vida".
Por isso, decide partilhar um desses momentos.
Veja os melhores momentos do meu Casamento!!!A alegria e bom humor que é demonstrado neste vídeo reflete um pouco do que nós vivenciamos de fato.




Fabio Cabrera
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